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Bartolomeu Costa Cabral, Estudante na ESBAL

  • Person
  • 1952 - 1957

Terminados os estudos no Liceu Pedro Nunes, Bartolomeu Costa Cabral ingressa no Curso Especial de Arquitectura da Escola de Belas Artes de Lisboa (EBAL) em 1947. Termina o curso na então Escola Superior de Belas Artes de Lisboa (ESBAL) em 1957, tendo apresentado o projeto “Uma Pousada para a Praia do Vau” para o Concurso de Obtenção do Diploma de Arquiteto (CODA).

Bartolomeu Costa Cabral, Arquiteto liberal

  • Corporate body
  • 1952 - 1973

Ainda antes de fundar o seu próprio atelier, entre 1952 e 1973, Bartolomeu Costa Cabral desenvolve, como profissional liberal, alguns projetos, entre os quais se destaca aquele para o Grupo Escolar e Balneário do Castelo. O seu primeiro projeto foi o da Pousada da Praia do Vau, no Algarve, projeto não construído, mas que foi utilizado para o CODA na ESBAL.

Manuel Teles

  • Person
  • 1936-2012

Manuel Luís Cabral Teles nasceu a 16 de abril de 1936, na freguesia de Santo António dos Olivais, Concelho de Coimbra. Era Filho de Bernardo Teles e Maria de Lourdes Cabral Teles.
Frequentou a Escola Superior de Belas Artes do Porto, entre 1956 e 1964, tendo concluído a sua formatura em 1964. Formou-se apresentando o CODA (Concurso para Obtenção do Diploma de Arquitecto) com o projeto "Conjunto de habitações rurais, Federação das Caixas de Previdência, Casa do Povo de Pegarinhos".
Foi colega de curso do Arq. Álvaro Siza Vieira.
No início da carreira, entre 1962 e 1967, foi colaborador do Arq.to João Andresen.
De 1968 a 1970, colaborou no projeto do Hotel e Casino para o Funchal, Madeira, da autoria dos Arq.tos Óscar Niemeyer e Viana de Lima.
Em 1972, frequentou um Curso Intensivo sobre Planeamento Regional e, entre 1972 e 1972, estagiou na Grã-Bretanha, em Planeamento e Arquitectura.
Foi docente da Escola Superior de Belas Artes do Porto desde 1978 e da Faculdade de Arquitectura da Universidade do Porto, até à sua aposentação, em 1997.
Foi arquiteto da Câmara Municipal do Porto, tendo participado, nessa qualidade, no Plano do Campo Alegre, no Processo SAAL (Serviço de Apoio Ambulatório Local) e no Comissariado para a Renovação da Área Urbana Ribeira-Barredo (C.R.U.A.R.B.), onde se cruza com Fernando Távora.
Foi consultor de várias Câmaras, nomeadamente: Mira, Cantanhede e Barcelos.
A sua obra, dos grandes equipamentos públicos às moradias unifamiliares, passando pela requalificação urbana, estende-se do norte ao sul do país, com particular destaque para Barcelos, Mira, Cantanhede, Coimbra e Porto.
Tem alguns artigos publicados em revistas da especialidade e representou Portugal em 1977, na Exposição da Bienal de S. Paulo, Brasil; em 1978, na Exposição associada ao Congresso da UIA, no México; na Exposição de Arquitetura Portuguesa, em Helsínquia, durante a VII Assembleia da EASA; e foi o Coordenador da representação da Câmara Municipal de Barcelos, na Exposição sobre Centros Históricos, em Santiago de Compostela, no ano de 1999.
Manuel Luís Cabral Teles faleceu no Porto em 2012, com 76 anos de idade.

Manuel Teles, Estudante na Escola Superior de Belas Artes do Porto

  • Person
  • 1956-1964

Manuel Luís Cabral Teles frequentou a Escola Superior de Belas Artes do Porto, entre 1956 e 1964, tendo concluído a sua formatura em 1964. Apresentou o CODA (Concurso para Obtenção do Diploma de Arquitecto) com o projeto "Conjunto de habitações rurais, Federação das Caixas de Previdência, Casa do Povo de Pegarinhos".

LANHAS, Fernando Resende da Silva Magalhães

  • Person
  • 1923-2012

Fernando Resende da Silva Magalhães Lanhas nasceu no Porto, na rua do Almada nº 254, freguesia da Vitória, a 16 de setembro de 1923. Filho de Luís da Cunha Magalhães Lanhas, comerciante de tecidos, e de Maria Amélia Resende da Silva Magalhães Lanhas, modista.
Em 1941 matriculou-se na Escola Superior de Belas Artes do Porto, em arquitetura, tendo terminado em 1947; em 1962 apresentou o Concurso para a obtenção do diploma em arquitetura (CODA) com uma tese sobre o "Estudo de um Museu de Arqueologia".
Em 1953 casou com Maria Luísa da Costa Pereira Viana com quem teve 2 filhos.
Fernando Lanhas era um homem de múltiplos interesses. Para além de arquiteto, foi pintor, investigador nas áreas de arqueologia e astronomia, diretor de museu; procurava o conhecimento do universo.
Em 1988 a Secretaria de Estado da Cultura promove em Lisboa e no Porto a apresentação integral da sua obra de arte plástica, arquitetura, museologia, arqueologia e investigação.
Em 1988 é realizado por António de Macedo um filme de longa metragem sobre a sua vida e a sua obra.
Em 1988, Fernando Guedes escreve o livro Fernando Lanhas. Os Sete Rostos, sobre a sua vida e obra.
Em 1990 é agraciado com o grau de Comendador da Ordem Militar de Sant´Iago da Espada.
Em 1989, a Câmara Municipal do Porto atribui a Fernando Lanhas a Medalha de Mérito de ouro.
Em 1993, no dia Mundial da Arquitetura, é homenageado pela Associação dos Arquitetos Portugueses.
Em 1997 a Câmara Municipal de Amarante, no cinquentenário do Museu Amadeu de Souza-Cardoso, atribui a Fernando Lanhas o Grande Prémio Amadeu de Souza Cardoso.
Em 2005, a Escola Superior de Belas conferiu-lhe o título de Doutor Honoris Causa pela Universidade do Porto.
Em 2017 trabalhos de Fernando Lanhas estiveram presentes na 15ª Bienal de Istambul, promovida pela "Istanbul Foundation for Culture and Arts, Istambul, Turquia". Fernando Lanhas foi o único artista da Península Ibérica a integrar este evento.
Fernando Lanhas faleceu na sua casa, no Porto, a 4 de fevereiro de 2012.

José Porto, Arquiteto

  • Person
  • 1907-1965

Em 1921, José Porto parte para Paris. Os primeiros registos da sua atividade nesta cidade colocam-no junto do mundo da Moda e do Teatro, para a construção e remodelação de salas de espetáculo. São conhecidos trabalhos diversificados como o desenho de figurinos, objetos, mobiliário e, pela primeira vez, os primeiros registos relacionados com a intervenção arquitetónica. José Porto começa nesta época a assinar como Architecte-Décorateur. A remodelação do bar do Hotel Bergère e o projecto para a transformação do cinema Gaumond Palace constituem os primeiros registos disponíveis da sua prática como arquiteto. Neles é possível identificar os códigos compositivos da Art-Déco, que persistirão ao longo do seu percurso.
Em 1939, no mesmo ano do projeto para a casa na rua da Vilarinha para Manoel de Oliveira - obra que constituiu o culminar das experiências que realizara até ao momento - José Porto inicia mais uma fase, motivada pela sua participação no Concurso para a Residência do Governador em Lourenço Marques, onde mais uma vez sai vencedor. No decurso deste processo, apresenta três soluções de fachada que procuram adaptar-se ao gosto de um cliente institucional, um ecletismo operativo que retomará nalgumas das realizações posteriores, como é exemplo o projeto para a Casa do Douro (1941). A sua presença em Moçambique e na cidade da Beira intensifica-se a partir de meados da década de 40, tendo realizado vários projetos onde se destacam o Anteprojecto para a Urbanização da Cidade da Beira (1943), a remodelação do Edifício dos Paços do Concelho (1944) e o Grande Hotel da Beira (1949) terminado apenas em 1955, sob a supervisão do Arquitecto Francisco de Castro. Durante este período, realiza em simultâneo algumas obras no Porto e na zona Norte destacando-se o Hotel D. João I (1947) ou o edifício “Emporium” na Rua de Sá da Bandeira (1947), ambos para o mesmo cliente, José Oliveira & Filhos. O regresso definitivo a Portugal é acompanhado por visitas cada vez mais regulares a Vilar de Mouros, acabando por se fixar na sua terra natal, na antiga casa dos pais, em Marinhas, a partir da década de 50. Esta mudança coincide com uma série de encomendas para a região, nomeadamente a remodelação da Câmara Municipal de Caminha (1950-54), a casa Alfredo Pinto em Vila Praia de Âncora (1952), a casa Maximino Pinto, em Lanhelas (1958), ou a casa Abel Narciso Jorge em Caminha (1961), obras estas onde se afasta dos códigos linguísticos do “moderno” das décadas de 30 e 40.

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