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Registo de autoridade

Silva, Aníbal António Cavaco, 1939-, político

  • PT/AACS
  • Pessoa
  • 1939-

Filho de Teodoro Gonçalves da Silva e de Maria do Nascimento Cavaco, Aníbal António Cavaco Silva nasceu a 15 de julho de 1939 em Loulé. Em 1956 foi para Lisboa onde iniciou a sua licenciatura em Contabilidade no Instituto Comercial de Lisboa, terminando-a em 1959. Paralelamente frequentou disciplinas exigidas para admissão ao Instituto Superior de Ciências Económicas e Financeiras. Em 1963 casou, em Lisboa, com Maria Alves da Silva, sua atual esposa, com quem teve dois filhos. Já em 1964 concluiu a licenciatura em Economia e Finanças pelo Instituto Superior de Ciências e Financeiras. Cumpriu o serviço militar obrigatório, sendo que começou na Escola Prática de Cavalaria de Santarém, onde foi colocado como aspirante miliciano, na Repartição de Contabilidade dos Pupilos do Exército, acabando por ser enviado em comissão para Moçambique com o posto de Alferes, em 1965.
Cavaco Silva foi investigador na Fundação Gulbenkian, diretor do Departamento de Estatística e Estudos Económicos, vogal da Comissão Instaladora da Faculdade de Economia da Universidade Nova de Lisboa, sendo ainda professor nessa faculdade, bem como na Faculdade de Ciências Humanas da Universidade Católica Portuguesa e na Universidade Nova de Lisboa. Em 1979 prestou provas públicas para professor extraordinário de Economia Pública na Universidade Nova de Lisboa, chegando a professor catedrático. Em 1980 iniciou a sua carreira política como ministro das Finanças e do Plano do IV Governo Constitucional, chefiado por Francisco Sá Carneiro, onde manteve o cargo até 1981. Em fevereiro de 1981 foi eleito presidente do Conselho Nacional do Plano pela Assembleia da República.
Assumido como militante do Partido Social Democrata (PSD) desde a sua fundação, encabeçou uma lista candidata ao Conselho Nacional, sendo que no mesmo ano foi eleito presidente da Assembleia Distrital da Área Metropolitana de Lisboa do PSD. Em 1985 foi nomeado membro da Comissão Instaladora do Centro Regional do Porto da Universidade Católica Portuguesa e, posteriormente, presidente do PSD, assumindo esse cargo até 1995. Foi o 113.º Primeiro-ministro de Portugal no período de 1985 e 1995 e o 19.º Presidente de República de Portugal no período de 2006 a 2016.

RIBEIRO, Alberto Álvares

  • PT/AAR
  • Pessoa
  • 1842-1926

Alberto Álvares Ribeiro nasceu na freguesia da Sé, no Porto, em 10 de janeiro de 1842, filho de Joaquim Torcato Álvares Ribeiro e de Jerónima Júlia do Vale Pereira Cabral. Em 1872, casou com Maria da Natividade do Vale Pereira Cabral, sua prima direita, com quem teve 6 filhos. Tirou o curso de Engenharia Civil de Pontes, de Estradas e de Minas, na Academia Politécnica do Porto, entrando em 1864, por concurso, para o quadro de Engenheiro de Obras Públicas. Posteriormente, foi nomeado Engenheiro-Diretor de Obras Públicas em Aveiro.
Em 1893 a pedido do Prior da Irmandade de S. Bento de Avé Maria do Porto, elaborou uma proposta de projeto técnico alternativa à defendida pelo governo, que apresentou ao Ministro da Obras Públicas Doutor Bernardino Machado, sacrificando apenas a parte do convento e minimizando o papel da futura Estação de S. Bento. Em 1903 iniciam-se as obras para a Estação de S. no lugar do antigo convento, com base no projecto de José Marques da Silva.
Faleceu em 12 de janeiro de 1926, no Porto.

Silva, Agostinho Baptista da, 1906-1994, filósofo

  • PT/ABS
  • Pessoa
  • 1906-1994

George Agostinho Baptista da Silva, nasceu a 13 de fevereiro de 1906 no Porto. Começou a sua formação em 1924 com o curso de Filosofia Clássica a Faculdade de Letras da Universidade do Porto, terminando a licenciatura em 1928 com 20 valores. Apenas um ano mais tarde, e com apenas 23 anos, defende a sua tese de doutoramento à qual deu o título de “O Sentido Histórico das Civilizações Clássicas, doutorando-se com louvor”. Em 1931 viaja para Paris com uma bolsa de estudo para a Sorbonne e para o Collège de France. Em 1933 regressa a Portugal onde começa a dar aulas no ensino secundário em Aveiro. Em 1935 é despedido por se recusar a assina a Lei Cabral que obrigava todos os funcionários públicos a assinarem um documento em que declaravam não participar em organizações secretas. Ainda no decurso desse ano obteve uma bolsa do Ministério das Relações Exteriores de Espanha e que fez com que fosse estudar para o Centro de Estudos Históricos de Madrid. Já em 1936 regressa novamente a Portugal devido à iminência da Guerra Civil Espanhola.
Em 1938 inicia uma relação profissional com a revista “Seara Nova” para a qual escreveu durante vários anos e em 1939 cria o Núcleo Pedagógico Antero de Quental. Já em 1947 instala-se no Brasil, onde trabalhou no Instituto Oswaldo Cruz do Rio de Janeiro e lecionou na Faculdade Fluminense de Filosofia. Em 1969, motivado pela morte de Salazar e a sua substituição por Marcello Caetano e pela abertura política e cultural do regime, regressa a Portugal onde continuou a escrever e a lecionar em várias faculdades. Dirigiu a Centro de Estudos Latino-Americanos da Universidade Técnica de Lisboa e foi consultor do Instituto de Cultura e Língua Portuguesa.
Entre as suas obras é possível destacar algumas das que lhe deram mais notoriedade, nomeadamente, “A vida de Pasteur”, “Sanderson e a escola de Oundle”, “Moisés e outras páginas bíblicas”, “Quadras inéditas”, “Do Agostinho em Torno do Pessoa” e “Uns poemas de Agostinho”. A sua morte data de 3 de abril de 1994 (88 anos).

CARVALHO, António Cardoso Pinheiro de

  • PT/ACPC
  • Pessoa
  • 1932-

António Cardoso Pinheiro de Carvalho nasceu em Amarante a 21 de julho de 1932. Licenciou-se em História pela Faculdade de Letras da Universidade do Porto. É historiador e professor jubilado da Faculdade de Letras da Universidade do Porto. É membro do Conselho Geral da Fundação Instituto Arquitecto José Marques da Silva, membro da Associação Internacional dos Críticos de Arte (Secção Portuguesa) e diretor do Museu Amadeo de Souza-Cardoso, em Amarante. Enquanto investigador dedica-se à temática da Arquitetura Portuguesa, em particular a portuense, e especializou-se na obra do arquiteto Marques da Silva e do pintor Amadeo de Souza-Cardoso. Os estudos por si desenvolvidos têm vindo a ser apresentados em colóquios e seminários. Da obra publicada, em edições nacionais e estrangeiras, destaca-se O Arquitecto José Marques da Silva e a Arquitectura no Norte do País na primeira metade do século XX (FAUP publicações, 1997) e a sua colaboração no Catálogo raisonné da obra de Amadeo de Souza-Cardoso (FCG, 2008).

SILVA, Amélia Lopes Martins Marques da

  • PT/ALMMS
  • Pessoa
  • 1902-1944

Amélia Lopes Martins Marques da Silva nasceu no dia 19 de julho de 1902. Filha de José Marques da Silva e Júlia Lopes Martins. Faleceu no dia 15 de outubro de 1944.

SILVA, António Marques da

  • PT/AMS
  • Pessoa
  • [18--]-[19--]

António Marques da Silva era filho de Domingos Marques da Silva e Rosa Francisca Pereira.

SOUTINHO, Alcino Peixoto de Castro

  • PT/AS
  • Pessoa
  • 1930-2013

Alcino Peixoto de Castro Soutinho nasceu em Vila Nova de Gaia, a 6 de novembro de 1930 e faleceu a 24 de novembro de 2013. Era filho de Joaquim dos Santos Castro Soutinho e Julieta Ferreira Peixoto. Em 1964 casou com Laura Maria Paixão de Amorim Castro, com quem teve duas filhas.
Em 1948 ingressou na Escola Superior de Belas Artes do Porto, no curso de Escultura, o qual concluiu em 1957. Em 1959 completa também o curso de Arquitetura com a média de 20 valores.
Alcino Soutinho colaborou em diversos escritórios de arquitetura antes de iniciar autonomamente a sua atividade. Destaca-se a colaboração com os arquitetos José Carlos Loureiro, João Anderson, Januário Godinho e Arménio Losa, Octávio Lixa FIlgueiras.
Em 1958, Alcino Soutinho passa a trabalhar como profissional liberal, atividade que interrompe em 1961 para realizar uma investigação sobre museologia, em Itália, projeto este financiado pela Fundação Calouste Gulbenkian.
Trabalhou na Fundação das Caixas de Previdência, onde elaborou vários conjuntos de habitação económica no norte de Portugal, até 1971. Aplicou esta experiência no pós 25 de Abril, no programa do SAAL (Serviço e Apoio Ambulatório Local) e na conceção do Bairro de Maceda, na zona de Campanhã, no Porto.
No âmbito da arquitetura, Alcino Soutinho assinou projetos emblemáticos muito diferenciados, desde grandes equipamentos de distintas naturezas e utilizações, até à habitação ou ao espaço público. Entre o conjunto de edifícios que concebeu, destacam-se o Castelo do Prado, o Edifício Delfim Pereira da Costa, o Palácio da Enseada e a Quinta das Sedas, em Matosinhos. Dos equipamentos sobressaem a Biblioteca Florbela Espanca, a Câmara Municipal e a Torre Sinhá em Matosinhos; a Bolsa de Derivados do Porto; a marginal de Vila do Conde. Das habitações unifamiliares merecem referência a casa de José Grade, em Portimão; a de Pinto Sousa e de Pina Vaz, ambas em Ofir; a de Pedro Soares, em Afife, a de Joaquim Matias, no Barreiro, ou a de António Santos, no Porto.
Alcino Soutinho também concebeu projetos para museus e faculdades: o Museu do Neo-realismo, em Vila Franca de Xira; a Casa-museu Guerra Junqueiro, no Porto; o Centro Cultural de Alfândega da Fé; o Museu de Aveiro; o Museu/Biblioteca Amadeo de Souza Cardoso, em Amarante; a Faculdade de Belas Artes da Universidade do Porto, e as faculdades de Química e de Cerâmica da Universidade de Aveiro.
Com a Pousada de S. Diniz de Vila Nova de Cerveira (1982) Alcino Soutinho obteve o prémio "Europa Nostra", da International Federation of the Protection of Europe's Cultural and Natural Heritage. E obteve o prémio AICA (1984), da Secção Portuguesa dos Críticos de Arte, com o projeto Museu/Biblioteca Amadeo de Souza Cardoso e o do Edifício dos Paços do Concelho, em Amarante.
Entre 1972 e 1999 lecionou na Escola Superior de Belas Artes do Porto e depois na Faculdade de Arquitetura do Porto. Em 1999 jubilou-se como professor associado de nomeação definitiva.
Entre 1993 e 1997 foi consultor do CRUARB - Comissariado para a Renovação Urbana da Área Ribeira-Barredo, projeto de reabilitação que abriu caminho à classificação pela UNESCO do Centro Histórico do Porto como Património Mundial da Humanidade.
Entre 1996 e 2002 foi assessor da Administração do Porto de Lisboa para o reordenamento da Zona Ribeirinha entre Algés e a Matinha.
Entre 1998 e 2001 foi presidente do Centro Português de Design.
De 1999 a 2003 presidiu aos corpos sociais da Ordem dos Arquitetos.
Entre 2003 e 2006 presidiu à Assembleia Geral da Cooperativa Árvore.
O trabalho do arquiteto Alcino Soutinho foi reconhecido através de condecorações tais como: a Medalha de Mérito da Câmara Municipal de Matosinhos (1988) e a Medalha de Mérito da Câmara Municipal de Vila Nova de Gaia (1992); a Comenda da Ordem Militar de Santiago de Espada (1993); o título de Cidadão Honorário da Câmara Municipal de Matosinhos (2007).
Foi, ainda, membro da Associação Portuguesa de Designers, do Conselho Científico da Escola Superior de Arte e Design (ESAD), do Comité Científico da Revista Housing (Itália), da Comissão Consultiva para a atribuição de Bolsas de Estudo de Especialização do Serviço de Belas-Artes, da Fundação Calouste Gulbenkian. Entre 1998 e 2001 assumiu a presidência do Centro Português de Design, além de ser membro do Conselho Científico da Escola Superior de Arte e Design (ESAD).

Alcino Soutinho Arquiteto Lda.

  • PT/ASAlda
  • Entidade coletiva
  • 1993-2013

Alcino Soutinho iniciou a sua atividade de arquiteto em regime de profissão liberal em 1958. Teve vários escritórios, constituídos sem formalismos legais, onde exerceu a prática da arquitetura.
A partir de 1993, associa-se à sua filha no escritório que se designa por “Alcino Soutinho Arquitecto Lda.”

Alcino Soutinho, Arquitecto

  • PT/ASArq
  • Entidade coletiva
  • 1958-1993

Alcino Soutinho iniciou a sua atividade de arquiteto em regime de profissão liberal em 1958. Teve vários escritórios, constituídos sem formalismos legais, onde exerceu a prática da arquitetura. Durante a sua vida profissional destacam-se duas fases: numa primeira fase, a profissão foi exercida com vários sócios sem qualquer formalismo; numa segunda fase, em 1993, associa-se à sua filha no escritório que se designa por “Alcino Soutinho Arquitecto Lda.”
Cronologicamente, podemos referir as seguintes fases, enquanto arquitecto em regime liberal:
1ª Escritório com o arquiteto Octávio Lixa Filgueiras na Praça de Filipa de Lencastre, no Edifício do Hotel Infante de Sagres
2ª Escritório com Pedro Ramalho e Sérgio Fernandes, na Rua do Barão de S. Cosme, no início dos anos 60; depois mudam-se para a Rua Marques da Silva. Os trabalhos dos arquitetos começam a separar-se;
3ª Escritório com Rolando Torgo, nos fins dos anos 60 até 1973, na rua de D. Hugo;
4ª Escritório, de 1973 até 1993, escritório na Rua Carlos Malheiro Dias nº 283 r/c Direito;
Ao longo da sua vida profissional projetou mais de 200 obras.

SILVA, David Moreira da

  • PT/DMS
  • Pessoa
  • 1909-2002

David Moreira da Silva nasceu no dia 28 de janeiro de 1909, na freguesia de Moreira, Concelho da Maia, filho de José Moreira da Silva e Lucinda Alves da Silva.
Ingressou na Escola Superior de Belas Artes do Porto concluindo o curso de Arquitetura Civil, em 1929. Parte para França e é aprovado no Concurso de admissão à Escola Superior de Belas Artes de Paris, matriculando-se, também, no Instituto de Urbanismo da Universidade de Paris. Em 1939 conclui os dois cursos.
Casa com Maria José Marques da Silva Martins em 1943.
Entre 1946 a 1957 foi professor da 16ª cadeira na Escola de Belas Artes do Porto foi, também, professor interino do 20º grupo. Em 1962 participou no Concursos de provas públicas para o provimento de um lugar de professor do 20 grupo - Urbanologia, obteve assim o título de professor agregado.
Como urbanista elabora anteplanos de urbanização da cidade de Luanda, em colaboração de Étienne de Groer; urbanização de Moledo do Minho, Águeda, Paredes, Matosinhos, Aveiro, Barcelos, Evas, Valongo...
Com a colaboração da sua mulher realizam diversas obras destacando-se o Palácio do Comércio, Edifício do trabalho e reforma, Torre de habitação da Cooperativa dos Pedreiros, entre outros.
Faleceu em 2002, no Porto.

SILVA, Domingos Marques da

  • PT/DMS
  • Pessoa
  • [18--]-[1892]

Domingos Marques da Silva nasceu no lugar do vale, freguesia de Paranhos em [18--]. Casou com Rosa Francisca Pereira com quem teve 6 filhos, a saber: António Marques da Silva, Francisco Marques da Silva, Manuel Marques da Silva, Maria Francisca Pereira, Francisca Pereira Marques e Bernardo Marques da Silva. Faleceu em [1892]

SILVA, Eduardo Marques da

  • PT/EMS
  • Pessoa
  • 1885-1924

Eduardo Marques da Silva nasceu em 1885; era filho de Bernardo Marques da Silva e Maria Rosa Marques. Casou com Maria Amélia Dias. Exerceu a profissão de marmorista e morou na rua de Costa Cabral, no Porto. Faleceu no dia 12 de Agosto de 1924.

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