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DC 0093 - Remodelação da Casa Museu Guerra Junqueiro

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Zona de identificação

Código de referência

PT FIMS AS-1-1.1-001-0093

Título

Remodelação da Casa Museu Guerra Junqueiro

Data(s)

  • 1990-1997 (Produção)

Nível de descrição

DC

Dimensão e suporte

55 peças desenhadas
2 U.I. de peça escrita

Zona do contexto

Nome do produtor

Alcino Soutinho, Arquitecto (1958-1993)

História administrativa

Alcino Soutinho iniciou a sua atividade de arquiteto em regime de profissão liberal em 1958. Teve vários escritórios, constituídos sem formalismos legais, onde exerceu a prática da arquitetura. Durante a sua vida profissional destacam-se duas fases: numa primeira fase, a profissão foi exercida com vários sócios sem qualquer formalismo; numa segunda fase, em 1993, associa-se à sua filha no escritório que se designa por “Alcino Soutinho Arquitecto Lda.”
Cronologicamente, podemos referir as seguintes fases, enquanto arquitecto em regime liberal:
1ª Escritório com o arquiteto Octávio Lixa Filgueiras na Praça de Filipa de Lencastre, no Edifício do Hotel Infante de Sagres
2ª Escritório com Pedro Ramalho e Sérgio Fernandes, na Rua do Barão de S. Cosme, no início dos anos 60; depois mudam-se para a Rua Marques da Silva. Os trabalhos dos arquitetos começam a separar-se;
3ª Escritório com Rolando Torgo, nos fins dos anos 60 até 1973, na rua de D. Hugo;
4ª Escritório, de 1973 até 1993, escritório na Rua Carlos Malheiro Dias nº 283 r/c Direito;
Ao longo da sua vida profissional projetou mais de 200 obras.

História do arquivo

Fonte imediata de aquisição ou transferência

Zona do conteúdo e estrutura

Âmbito e conteúdo

Peças desenhadas: Conjunto de 56 documentos
Peças escritas: 2 Unidades de Instalação com:
Mapas de quantidades e orçamentos; correspondência; peças desenhadas; medições; memória descritiva; recortes de imprensa

Dados sobre a obra
Responsável: Arq. Alcino Soutinho
Estado da obra: Construída
Localização: Porto
Tipo de construção: Reabilitação de edificio

Outras Informações
Áreas:
Área de Construção: 2.345m2
Número de pisos: Cave e 4 pisos
Colaboradores: Arq. João Paulo Oliveira, Arq. João Paulo Loureiro, Arq. Andrea Soutinho e Arq. Francisco Vassalo
Especialidades:
Estabilidade - Encil - Eng. António Alpuim
Águas e Esgotos - Ramos e Sendas - Eng. José Ramos
Eletricidade - OHM-E - Eng. Fernando Silva
Equipamentos eletromecânicos: P2e - Eng. Manuel Sarmento

Cronologia
Setembro 1993 - Inicio dos projetos
Março 1995 - Inicio da construção

Avaliação, selecção e eliminação

Ingressos adicionais

Sistema de organização

Zona de condições de acesso e utilização

Condições de acesso

Condiçoes de reprodução

Idioma do material

Script do material

Notas ao idioma e script

Características físicas e requisitos técnicos

Instrumentos de descrição

Zona de documentação associada

Existência e localização de originais

Existência e localização de cópias

Unidades de descrição relacionadas

Descrições relacionadas

Zona das notas

Nota

Memória descritiva
Programa base

"Sob o ponto de vista arquitectónico, a solução apresentada para a Casa Museu Guerra Junqueiro consagra dialeticamente dois princípios fundamentais que, inevitavelmente, são ponderados nas operações de recuperação de edifícios com carga histórica significativa; adição mais ou menos carismática ao contexto físico das pré-existências e projecto difuso, conduzido como recomposição do ambiente igualmente pré-existente.
Assim, embora aceitando as contradições históricas do edifício sugerem-se, naturalmente a partir de uma leitura subjectiva, as depurações necessárias ao ordenamento distributivo e morfológico das intervenções, exaltando selectivamente, percursos, espaços ou elementos arquitectónicos mais significativos, com a introdução paralela de novas estruturas capazes de responderem às novas necessidades funcionais.
A aplicação destes conceitos genéricos encontra a sua consequência prática mais expressiva, nas propostas para os remates da área de intervenção- a norte, através de uma solução de continuidade, adicionando um novo elemento arquitectónica à pré-existência; a sul, pela implantação de uma pequena estrutura autónoma.
No primeiro caso, pretende-se estabelecer a conclusão do lado norte do museu, resolvendo as indefinições da respectiva fachada, ao mesmo tempo que, em conformidade com o programa, se visa criar condições para a instalação dos seus serviços, dada a impossibilidade de os integrar na estrutura actual do imóvel.
É oportuno acentuar, por outro lado, o cuidado posto nesta operação, no sentido de lhe garantir a maior discrição, já que o preenchimento do vazio existente se realiza de uma forma apaziguante, sempre referenciada aos elementos presentes, sem com isso, pretender realizar uma reconstrução meramente arqueológica.
A construção preconizada para o extremo sul do jardim, integralmente ocupada pelo sector educativo, tem como objectivo, para além de resposta aos termos do programa, promover o fecho da plataforma superior do referido jardim, em diálogo aberto mas complexo, com a muralha, arvoredo e muro de vedação, pondo, em todo o caso, em evidência, através da linguagem proposta, uma salutar relação reciproca de vizinhança com a Casa Museu, aqui já entendida com a respectiva adição.
O atual edifício do Museu, revitalizado e restituído à sua autenticidade, através de recuperação que envolverá, restauro, limpeza e clarificação dos seus espaços, continuará a funcionar como lugar de exposição permanente da colecção do poeta, adquirindo agora, no entanto, um novo significado cívico-cultural propulsor de desenvolvimento para a cidade e território envolvente.
A estratégia construtiva, decorrente das opções arquitectónicas, assentará, no essencial, na conservação das paredes estruturais de granito com a reconstituição dos respectivos revestimentos, no caso do edifício existente.
As construções de raiz serão, basicamente, constituídas por lâmina de betão armado com segundo paramento interior em tijolo. Para as superfícies exteriores prevêem-se, como materiais de pele, a utilização do reboco pintado e a cantaria de granito nas paredes, e a folha de cobre nas coberturas, enquanto que interiormente se empregarão materiais tradicionais- soalhos de madeira de carvalho e estuques nas paredes e tectos."

Alcino Soutinho in Memória descritiva

Identificador(es) alternativo(s)

Pontos de acesso

Pontos de acesso - Locais

Pontos de acesso - Nomes

Zona do controlo da descrição

Identificador da descrição

Identificador da instituição

Regras ou convenções utilizadas

Estatuto

Nível de detalhe

Datas de criação, revisão, eliminação

Línguas e escritas

  • português

Script(s)

Fontes

Zona da incorporação