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José Carlos Loureiro, Architect

  • PT/FIMS/JCL
  • Person
  • 1925-

José Carlos Loureiro has been practising architecture since 1947, when he established his first office, without legal formalities and using his own name. The office was in Porto, at Praça Filipe de Lencastre, number 22, 6th floor, room 102.
In the 1960s he moved to a new office in the Lima/Luso Buildings. In 1972 he committed himself to architecture. In 1976, in partnership with the architect Luís Pádua Ramos, with whom he had been collaborating since 1955, he established GALP - Gabinete de Urbanismo, Arquitectura e Engenharia, Lda., (commercial enterprise) but he kept working in his office. In 1982, his son José Manuel Loureiro, also an architect, joined the partnership.
Among the architects José Carlos Loureiro worked with in his office were Alcino Soutinho, Anni Gunther, Carlos Chaves de Almeida, José Gomes Fernandes, Luís Cunha, Manuel Correia Fernandes, Maria Noémia Coutinho, Noé Dinis (trainee), Pádua Ramos and Rogério Cavaca (trainee).

João Queiroz, Architect

  • PT/JCArq
  • Corporate body
  • [1920]-[1982]

João Marcelino Queiroz established his architecture atelier in the 1920s, without legal formalities, under the name João Queiroz, Arquitecto, in a rationalist building on Rua de Santa Catarina, Porto.
During his career he worked on his own; he designed all the parts of his projects himself, even when the demand from his clients increased in the 1940s.
He designed some iconic buildings, mainly in the city of Porto, including: Cine Teatro Olímpia, Trindade Cinema, Café Magestic and created a design for Batalha Cinema (not built). In addition, João Queiroz also designed new, single-family and multi-family houses; interventions for public and private buildings, and was responsible for alterations, extensions, repair works, renovations, and constructing showrooms. He also carried out projects in the area of funerary architecture.

Marques da Silva/Moreira da Silva. Family

  • PT/MSMS
  • Family
  • 1728-2002

The designation of the collection of information produced and received by various members of the Marques da Silva/Moreira da Silva families is based on both family names.
José Marques da Silva, a central figure of the Marques da Silva family, and producer of relevant professional information, married a member of the Lopes Martins family and lived in one of the latter's houses, gentlemen with a confirmed presence in Brazil. The money brought from Brazil by the family was invested in the purchase of properties and of movable and immovable property. All the information produced by his wife, Júlia Lopes Martins, and her family, is incorporated in this collection.
He had two daughters with Júlia Lopes Martins. The younger one, Maria José Marques da Silva Martins, married David Moreira da Silva. Through that marriage, all the information about the Moreira da Silva family is also included in the “parent” family.
The classification of this family collection is thus based on these three family branches.

Meneses Tavares e Távora. Family

  • PT/FMTT
  • Family
  • [19--]-2005

The designation of the information collection produced and received by various members of the family is based on the family names Meneses Tavares and Távora, with which Fernando Távora is affiliated. The family name derives from the last names of the first generation represented in the archive, Maria José Lobo de Sousa Machado Cardoso de Meneses and José Ferrão de Tavares e Távora, who got married in 1912 and had a son, Fernando Luís Cardoso de Meneses de Tavares e Távora. He, with Maria Luísa Meneses, forms the second generation represented in the archive.

Urbano, Vítor Manuel Perdigão, 1953-, treinador de futebol

  • PT/MIL/VMPU
  • Person
  • 1953-

Vítor Manuel Perdigão Urbano nasceu a 8 de novembro de 1953 em Aveiro. Desde cedo ligado ao desporto, em particular ao futebol, Vítor Urbano começou a sua carreira desportiva como jogador no Beira Mar, no ano de 1970. Em 1978 transfere-se para o Alba onde permanece até o ano seguinte, ano esse em que se muda para o Sporting da Covilhã, clube que representou até 1981. Nesse ano passa a jogar no União de Coimbra, sendo que logo no ano seguinte, em 1982, regressa ao Beira Mar, clube onde terminou a carreira como jogador, em 1985. Apesar do término da carreira como jogador, Vítor Urbano continuou agregado ao Beira Mar, sendo que logo no ano de 1985 assumiu o posto de treinador adjunto do clube, cargo que manteve até 1989, nesse ano é apresentado como treinador principal. Em 1944 muda-se para o Chaves e em 1996 para o União da Madeira. Já em 1998 passou a representar o AD Sanjoanense e em 2000 transfere-se para o Vizela. Decorria o ano de 2001 e Vítor Urbano muda-se para o Algarve para representar o Olhanense, contudo seria sol de pouca dura e em 2002 viaja para o arquipélago dos Açores onde passa a conduzir o Lusitânia dos Açores. Logo em 2003 volta para o continente, desta vez para representar o Oliveira do Hospital, em 2005 o Pinhalnovence e em 2006 o Madalena. Com vontade de conhecer outras realidades desportivas, Vítor Urbano muda-se, em 2011, para Moçambique onde começa por conduzir o HCB Song, de seguida, em 2013, o Ferroviário de Maputo e em 2015 o Clube de Chibuto, equipa em que permanece até à atualidade.

Viegas, António Mário Lopes Pereira, 1948-1996, ator

  • PT/MIL/AMLPV
  • Person
  • 1948-1996

António Mário Lopes Pereira Viegas nasceu a 10 de novembro de 1948, em Santarém. Despertou para o teatro quando estava a estudar Ciências Histórico-Filosóficas na Faculdade de Letras de Lisboa. Depois de terminar o curso mudou-se para o Porto, mais tarde, já em Lisboa, inscreveu-se na Escola de Teatro do Conservatório Nacional e a sua primeira experiência profissional aconteceu no Teatro Experimental de Cascais.
Muito ligado ao teatro, António Viegas fundou três companhias teatrais, sendo a última a Companhia Teatral do Chiado. Foi encenador e diretor artístico de diversas adaptações literárias de autores como Samuel Beckett ou Perer Shaffer.
Além do teatro, António Viegas partilhava a sua paixão artística pelo cinema. Iniciou-se na sétima arte em 1975 com “O Funeral do Patrão” e desde aí as suas participações em filmes foram diversas até ao ano de 1991, ano esse em que fez o seu último papel no cinema com o filme “Os Cornos de Cronos”.
O percurso de António Viegas também esteve ligado à poesia, nomeadamente à declamação desta, através de poemas de Fernando Pessoa, Luís de Camões, Cesário Verde, Camilo Pessanha, entre outros. Também foi colunista no jornal Diário Económico, onde escrevia sobre humor e teatro. Além da arte, António Viegas teve incursões na política, foi candidato a deputado independente nas listas da União Democrática Popular, em 1995 e candidato à Presidência da República, em 1996.
Durante a sua vida António Viegas recebeu várias distinções, nomeadamente pela Casa de Imprensa, pela Associação Portuguesa de Críticos de Teatro e pela Secretaria de Estado da Cultura, com o Prémio Garrett, isto no ano de 1987. Já no estrangeiro recebeu prémios no Festival de Teatro de Sitges, em 1979 e no Festival Europeu do Cinema Humorístico da Corunha, em 1978. Recebeu, ainda, a medalha de mérito do Município de Santarém, em 1993 e o título de comendador da Ordem do Infante D. Henrique, em 1994, pelo, à data, Presidente da República, Mário Soares. O seu falecimento data de 1 de abril de 1996 (47 anos).

Vieira, Manuel João Gonçalves Rodrigues, 1962-, músico

  • PT/MIL/MJGRV
  • Person
  • 1962-

Filho do pintor João Rodrigues Vieira, Manuel João Gonçalves Rodrigues Vieira nasceu a 17 de outubro de 1962, em Lisboa. Estudou na Escola Superior de Belas Artes de Lisboa, tendo sido membro do movimento homeostético. Foi fundador e vocalista de várias bandas portuguesas, nomeadamente “Ena Pá 2000”, “Irmãos Catita” e “Coração de Atum”.
Uma biografia fictícia de Manuel Vieira foi alvo de uma série transmitida na RTP2 e esta contou com seis episódios, tendo sido chamada de “Mundo Catita”. A sua transmissão aconteceu no ano de 2008 e foi editada em DVD em 2009, chegando a ser também transmitida pela SIC Radical, em 2010.
Manuel Vieira foi um dos proprietários do Cabret Maxid. Em 2011 e 2016 apresentou candidatura à Presidência da República Portuguesa.

Vieira, Maria Helena Correia Carvalho, 1953-, cantora de ópera

  • PT/MIL/MHCCV
  • Person
  • 1953-

Maria Helena Correia Carvalho Vieira nasceu a 7 de março de 1953, em Lisboa. Desde cedo apresentou interesse pela música, o que a levou a frequentar o Conservatório Nacional de Música, em Lisboa. Viajou até outros países com o intuito de aumentar o seu nível de formação, nomeadamente até França e Suíça.
A estreia de Helena Vieira deu-se em 1978 no Coliseu dos Recreios, em Lisboa, com a ópera “La Bohème”. Três meses depois atuou no Teatro São Carlos, sob a direção de Willhelm Wodnansky, com a ópera “La Spinalba” e no fim desse ano atuou, ainda, em Viana do Castelo. Contudo, o seu verdadeiro lançamento aconteceu em 1979 com a peça “As Guerras de Alecrim e Manjerona”, no Teatro São Carlos.
Em 1982 Helena Vieira volta ao São Carlos desta vez para participar numa série de óperas que se estenderam até 1985, especificamente “A Flauta Mágica”, “Soror Genoveva”, “Os Contos de Hoffmann”, “A Hora Espanhola”, “O Cavaleiro da Rosa” e “Ascensão e Queda da Cidade de Mahagonny”. Em 1987 volta à Suíça para atuar com a peça “O Cavaleiro da Rosa”, fazendo furor junto da plateia.
Além da ópera, Helena Vieira ganhou notoriedade pelas suas participações na RDP, na RTP, na Juventude Musical Portuguesa, na Secretaria de Estado da Cultura e na Fundação Calouste Gulbenkian. Em 1994 participou no projeto “As Canções do Século” que juntou Helena Silva, Lena D’Água e Rita Guerra com o intuito de interpretarem temas frenceses, italianos, americanos e portugueses que tenham tido notoriedade entre 1900 e 1990. Este projeto resultou num disco que foi lançado nesse próprio ano e foi disco de prata. Até ao ano de 1997, o trio deu espetáculos por várias zonas de Portugal e em 1998 participou num concerto a que deram o nome do projeto.

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