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Registo de autoridade

Alcino Soutinho Arquiteto Lda.

  • PT/ASAlda
  • Entidade coletiva
  • 1993-2013

Alcino Soutinho iniciou a sua atividade de arquiteto em regime de profissão liberal em 1958. Teve vários escritórios, constituídos sem formalismos legais, onde exerceu a prática da arquitetura.
A partir de 1993, associa-se à sua filha no escritório que se designa por “Alcino Soutinho Arquitecto Lda.”

Alcino Soutinho, Arquitecto

  • PT/ASArq
  • Entidade coletiva
  • 1958-1993

Alcino Soutinho iniciou a sua atividade de arquiteto em regime de profissão liberal em 1958. Teve vários escritórios, constituídos sem formalismos legais, onde exerceu a prática da arquitetura. Durante a sua vida profissional destacam-se duas fases: numa primeira fase, a profissão foi exercida com vários sócios sem qualquer formalismo; numa segunda fase, em 1993, associa-se à sua filha no escritório que se designa por “Alcino Soutinho Arquitecto Lda.”
Cronologicamente, podemos referir as seguintes fases, enquanto arquitecto em regime liberal:
1ª Escritório com o arquiteto Octávio Lixa Filgueiras na Praça de Filipa de Lencastre, no Edifício do Hotel Infante de Sagres
2ª Escritório com Pedro Ramalho e Sérgio Fernandes, na Rua do Barão de S. Cosme, no início dos anos 60; depois mudam-se para a Rua Marques da Silva. Os trabalhos dos arquitetos começam a separar-se;
3ª Escritório com Rolando Torgo, nos fins dos anos 60 até 1973, na rua de D. Hugo;
4ª Escritório, de 1973 até 1993, escritório na Rua Carlos Malheiro Dias nº 283 r/c Direito;
Ao longo da sua vida profissional projetou mais de 200 obras.

Alegre, Manuel, 1936-, político

  • PT/MIL/MA3
  • Pessoa
  • 1936-

Filho e Francisco José de Faria e Melo Ferreira Duarte e de Maria Manuela Alegre de Melo Duarte, Manuel Alegre de Melo Duarte nasceu a 12 de maio de 1936 em Águeda. Originário de uma família de tradição política liberal, Manuel Alegre ingressa na Faculdade de Direito da Universidade de Coimbra em 1956 entrando, pouco depois, nos grupos de oposição de estudantes ao salazarismo. Tornou-se militante do Partido Comunista Português em 1957 que abandonou 11 anos de depois. Foi membro da Comissão da Academia quando esta apoiava a candidatura de Humberto Delgado à Presidência da República no ano de 1958.
Em 1961 foi chamado a cumprir o serviço militar na Escola Prática de Infantaria, em Mafra. Em 1962 é mobilizado para Angola, onde é preso pela PIDE no ano seguinte. Quando regressou a Portugal é-lhe fixada residência em Coimbra, contudo no ano de 1964 exila-se em Paris, aí é-lhe dado um cargo na Direção da Frente Patriótica de Libertação Nacional, presidida por Humberto Delgado. Em 1974 entra nos quadros da Radiodifusão Portuguesa, como diretor dos Serviços Recreativos e Culturais, ainda nesse ano adere ao Partido Socialista de que foi dirigente nacional. Em 1975 estreia-se como deputado da Assembleia da República e em 1976 integra o I Governo Constitucional de Mário Soares, primeiro como Secretário de Estado da Comunicação Social, depois como Secretário de Estado Adjunto do Primeiro-Ministro para os Assuntos Políticos. Chegou a ser presidente da Comissão Parlamentar de Negócios Estrangeiros, vice-presidente da Delegação Parlamentar Portuguesa ao Conselho da Europa, vice-presidente do Grupo Parlamentar do PS e vice-presidente da Assembleia da República. Em 2004 foi candidato a secretário-geral do PS, perdendo para José Sócrates e em 2006 candidato independente às eleições presidenciais. Em 2009 cessa o seu último mandato como deputado à Assembleia da República e em 2011 foi candidato às eleições presidenciais.
Além da vocação política, Manuel Alegre emprenhou-se em diversas atividades culturais, como na fundação do Círculo de Iniciação Teatral da Academia de Coimbra, chegando a ser ator do Teatro de Estudantes da Universidade de Coimbra. Alegre destacou-se como poeta e ficcionista, sendo que a sua obra chegou a ser adaptada a várias línguas, vindo a receber o Grande Prémio de Poesia da Associação Portuguesa de Escritores, em 1998 e o Prémio Pessoa, em 1999. É, ainda, sócio-correspondente da Classe de Letras da Academia das Ciências de Lisboa, tendo sido eleito em 2005.

Alfredo Duarte Leal Machado, Arquitecto

  • Entidade coletiva
  • [193-]-[195-]

A atividade profissional de arquiteto de Alfredo Duarte Leal Machado, ainda parcamente estudada, encontra-se ligada ao Porto e ao Norte de Portugal, mas sobretudo a Coimbra, onde terá sido vereador da Câmara Municipal de Coimbra, entre 1942 e 1945. Para este concelho desenvolveu um projeto para a Escola de Regentes Agrícolas e um conjunto de parques infantis: Casa da Criança Rainha D. Leonor (Castanheira de Pêra, 1939), o segundo projetista para a Casa da Criança D. Filipa de Vilhena (St. António dos Olivais, 1940), a Casa da Criança D. Joaquina Barreto Rosa (Arganil, 1944). Ainda durante o ano de 1940, apresenta, juntamente com Artur Pimentel, um projeto para construção do edifício da Central Térmica do Hospital Universitário de Coimbra.
Em 1939 inicia o projeto para os Paços do Concelho de Espinho, sendo igualmente o arquiteto designado pelo Ministério das Obras Públicas para acompanhar a construção do edifício.
Enquanto arquiteto da Delegação Norte da Direcção Geral de Edifícios e Monumentos Nacionais (DENN), será, em 1951, e em colaboração com Manuel Lima Fernandes de Sá, o autor do Projecto do Pavilhão de Arquitectura da EBAP, que será inaugurado em 1954.

Alfredo Duarte Leal Machado, Estudante na EBAP

  • Pessoa
  • 1921-1932

Alfredo Duarte Leal Machado, em 1921, ingressou no curso preparatório da Escola de Belas Artes do Porto (EBAP). Seguiu para o Curso de Arquitetura, tendo sido discípulo de José Marques da Silva. Veio a terminar o Curso em 1932.

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