António Augusto Ferreira de Oliveira nasceu em 1857; casou com Amélia Lopes Martins e faleceu em 1899.
Amélia Lopes Martins de Oliveira, também conhecida por Amélia Lopes Martins, nasceu em 1865; casou com António Augusto Ferreira de Oliveira e faleceu em 1943.
Filha de Arthur José Carneiro e de Nazareth Ohana Silva, Cláudia Ohana, nome pelo qual é conhecida Maria Cláudia Silva Carneiro nasceu a 6 de fevereiro de 163, no Rio de Janeiro, Brasil. Casou com o cineasta Ruy Guerra, em 1981, com quem teve uma filha, tendo terminado o relacionamento em 1984. Iniciou a sua carreira como atriz em 1979 no cinema, com participação no filme “Amor e Traição”. Ainda no cinema fez parte de várias produções como “Menino do Rio”, de 1982, “Ópera do Malandro”, de 1985, “Kuarup”, de 1989, “Erotique”, de 1994, entre outros. Já na televisão, Cláudia Ohana iniciou com “Dancin’ Days”, em 1978, no entanto apenas como figurante, depois disso teve participações mais significativas como por exemplo na telenovela “Amor com Amor se Paga”, de 1984, “Rainha da Sucata”, de 1990, “A Próxima Vítima”, de 1995 e “As Filhas da Mãe”, de 2001.
Cláudia Ohana admite que a participação mais marcante até à data aconteceu na novela “Vamp”, de 2001, em que, além de ser uma das protagonistas, deu voz ao genérico da telenovela com a música “Sympathy for the Devil”, da conceituada banda britânica Rolling Stones.
Já no que toca ao teatro as suas participações são mais escassas, ainda assim é possível de destacar as suas atuações em “The Rocky Horror Show” e “Carmen”.
Entre 1967 e 1977 Octávio Lixa Filgueiras foi vogal da 4ª Sub-Secção da 2ª Secção da Junta Nacional da Educação (Património Arquitectónico/Urbanístico). Exerceu esta atividade a título gratuito.
As principais atividades, exercidas por Octávio Lixa Filgueiras, neste âmbito, eram as de dar aconselhamento técnico no que respeita a intervenções a nível urbanistico e patrimonial.
Octávio Lixa Filgueiras ingressou, em 1942, no curso de Arquitetura, na Escola Superior de Belas Artes do Porto (ESBAP). Diplomou-se em 1954. A tese apresentada ao Concurso para Obtenção do Diploma de Arquitecto (C.O.D.A.), “Urbanismo – um tema rural”, obteve classificação máxima de 20 valores, e foi inovadora em múltiplos sentidos: constituiu o primeiro trabalho teórico-prático aceite pela Escola, então dirigida por Carlos Ramos, e trouxe para o debate académico a importância das comunidades rurais enquanto área de estudo.
OLF foi eleito para o cargo de delegado da Secretaria de Estado da Cultura - IPPC, para a Comissão Instaladora do Museu dos Transportes, conforme resolução do Conselho de Ministros de 27 de Março de 1987 que decidiu a criação Museu dos Transportes, criando-se para o efeito uma comissão instaladora.
De 1976 a 1977, o arquiteto Octávio Lixa Filgueiras liderou e coordenou o IMPAR / GTIM — Imóveis do Património Arquitetónico a Recuperar / Grupo de Trabalho Interministerial. O organismo, tutelado pela Junta Nacional da Educação, estava sediado na Rua de S. Tomé, nº 762, no Porto.
De 1947 a meados de 1973 Octávio Lixa Filgueiras exerceu a actividade de arquiteto. Em início de carreira formou atelier na praça Filipa de Lencastre, com António Maria Corte-Real e Fernando Vieira Campos. Viria a transitar posteriormente para a rua Barão de S. Cosme e, finalmente, para a rua Alegria, no mesmo local onde, então, Álvaro Siza tinha o seu gabinete.
Foram seus colaboradores, Alcino Soutinho, Alexandre Vasconcelos e Álvaro Meireles.
A partir de 1972, sencivelmente deixa de ter escritório por incompatibilidade com funções oficiais na área da Cultura.