Maria Rosa Marques era natural de S. Martinho de Cedofeita, filha de José Paulo Fernandes, negociante, e de Quitéria Rosa de profissão doméstica. Casou com Bernardo Marques da Silva com quem teve 10 filhos. Faleceu no dia 9 de novembro de 1900, com 52 anos de idade.
A designação para o conjunto de informação produzida, recebida e acumulada pelos diversos indivíduos que constituem a família foi retirada do nome de família Marques da Silva em que se filia José Marques da Silva e seus familiares, incorporados pelo casamento com uma descendente dos Lopes Martins, senhores com presença confirmada no Brasil e que de lá trouxeram dividendos que foram canalizados para a compra de propriedades e bens móveis e imóveis. Pelo casamento da filha de José Marques da Silva Maria José Marques da Silva Martins com o Arquiteto David Moreira da Silva entra na família Marques da Silva uma "nova família" os Moreira da Silva.
A 3ª geração "Marques da Silva" contém informação produzida, recebida e acumulada por José Marques da Silva e esposa, Júlia Lopes Martins Marques da Silva.
O posicionamento desta geração relativamente às anteriores corresponde à sua descendência directa.
A secção 1, designada por "Marques da Silva", corresponde à 1ª geração, ou seja, à geração de topo na árvore genealógica da família Marques da Silva, é nesta linha que se encontram os primeiros documentos familiares.
A 4ª geração "Marques da Silva Moreira da Silva" contém informação produzida, recebida e acumulada pelas irmãs Amélia Lopes Martins Marques da Silva e Maria José Marques da Silva Martins e marido, David Moreira da Silva.
O posicionamento desta geração relativamente às anteriores corresponde à sua descendência directa.
Entre 1976 e 1978 Manuel Teles participou no Comissariado para a Renovação da Área Urbana Ribeira-Barredo (CRUARB).
Manuel Luís Cabral Teles frequentou a Escola Superior de Belas Artes do Porto, entre 1956 e 1964, tendo concluído a sua formatura em 1964. Apresentou o CODA (Concurso para Obtenção do Diploma de Arquitecto) com o projeto "Conjunto de habitações rurais, Federação das Caixas de Previdência, Casa do Povo de Pegarinhos".
Entre 1968-1970 Manuel Teles assume cargo na Direcção Geral dos Serviços de Urbanização, da Câmara Municipal de Mira.
Entre os anos de 1985 e 1988 Manuel Teles exerceu atividade na Direcção Geral de Ordenamento, da Câmara Municipal de Lagos.
Entre os anos de 1968 e 1996 Manuel Teles exerceu a atividade profissional de consultor da Câmara Municipal de Mira.
Manuel Teles exerceu a atividade profissional de Consultor da Câmara Municipal de Cantanhede, entre os anos de 1968 a 1987.
Entre os anos de 1992 a 2009 Manuel Teles exerceu atividade profissional de Consultor da Câmara Municipal de Barcelos.
Na Câmara Municipal do Porto entre 1968 e 1976, Manuel Teles, fez parte do Gabinete do Plano do Campo Alegre, coordenado pelo Arq.to Fernando Távora, e assumiu, posteriormente, o lugar de Arq.to Chefe do Gabinete Coordenador CMP/SAAL.
Manuel Teles iniciou a sua carreira, entre 1962 e 1967, foi colaborador do Arq.to João Andresen.
De 1968 a 1970, colaborou no projeto do Hotel e Casino para o Funchal, Madeira, da autoria dos Arq.tos Óscar Niemeyer e Viana de Lima.
Exerceu a atividade de arquiteto por mais de 4 décadas.
Manuel Luís Cabral Teles nasceu a 16 de abril de 1936, na freguesia de Santo António dos Olivais, Concelho de Coimbra. Era Filho de Bernardo Teles e Maria de Lourdes Cabral Teles.
Frequentou a Escola Superior de Belas Artes do Porto, entre 1956 e 1964, tendo concluído a sua formatura em 1964. Formou-se apresentando o CODA (Concurso para Obtenção do Diploma de Arquitecto) com o projeto "Conjunto de habitações rurais, Federação das Caixas de Previdência, Casa do Povo de Pegarinhos".
Foi colega de curso do Arq. Álvaro Siza Vieira.
No início da carreira, entre 1962 e 1967, foi colaborador do Arq.to João Andresen.
De 1968 a 1970, colaborou no projeto do Hotel e Casino para o Funchal, Madeira, da autoria dos Arq.tos Óscar Niemeyer e Viana de Lima.
Em 1972, frequentou um Curso Intensivo sobre Planeamento Regional e, entre 1972 e 1972, estagiou na Grã-Bretanha, em Planeamento e Arquitectura.
Foi docente da Escola Superior de Belas Artes do Porto desde 1978 e da Faculdade de Arquitectura da Universidade do Porto, até à sua aposentação, em 1997.
Foi arquiteto da Câmara Municipal do Porto, tendo participado, nessa qualidade, no Plano do Campo Alegre, no Processo SAAL (Serviço de Apoio Ambulatório Local) e no Comissariado para a Renovação da Área Urbana Ribeira-Barredo (C.R.U.A.R.B.), onde se cruza com Fernando Távora.
Foi consultor de várias Câmaras, nomeadamente: Mira, Cantanhede e Barcelos.
A sua obra, dos grandes equipamentos públicos às moradias unifamiliares, passando pela requalificação urbana, estende-se do norte ao sul do país, com particular destaque para Barcelos, Mira, Cantanhede, Coimbra e Porto.
Tem alguns artigos publicados em revistas da especialidade e representou Portugal em 1977, na Exposição da Bienal de S. Paulo, Brasil; em 1978, na Exposição associada ao Congresso da UIA, no México; na Exposição de Arquitetura Portuguesa, em Helsínquia, durante a VII Assembleia da EASA; e foi o Coordenador da representação da Câmara Municipal de Barcelos, na Exposição sobre Centros Históricos, em Santiago de Compostela, no ano de 1999.
Manuel Luís Cabral Teles faleceu no Porto em 2012, com 76 anos de idade.
Entre 1962 e 1996, assume o lugar de consultor de urbanismo da Câmara Municipal de Espinho.
É através dos projectos dos principais projectos de desenho urbano de Marques de Aguiar que Espinho constrói uma identidade de cidade”: as esplanadas (1965 – 1996) e o ‘pavilhão’ de chá (1965), a rua 19 (1989) e a praça de José de Salvador (1989).
A partir de 1956, Marques de Aguiar integra os Serviços de Urbanização como urbanista da região norte e, entre 1962 e 1996, assume o lugar de consultor de urbanismo da Câmara Municipal de Espinho.
Em 1950 Manuel Marques de Aguiar matriculou-se na Escola de Belas Artes do Porto, concluindo o Curso Superior de Arquitetura em 1955.
Manuel Marques de Aguiar ingressou, em 1943, no curso de Arquitetura, na Escola Superior de Belas Artes do Porto (ESBAP), diplomou-se em 1955 com 20 valores.
No anos letivos 1950/51 e 1951/52, Manuel Marques de Aguiar, no Institut d’Urbanisme de Paris desenvolve a tese final do curso de urbanismo sob a orientação de Robert Auzelle "Réconstruction à Long Terme : étude d’un vieux quartier de Porto. Propositions de réaménagement. Examen Critique et méthode".
Manuel Marques de Aguiar frequenta o Institut d’Urbanisme de Paris (1950/51 e 1951/52) onde desenvolve a tese final do curso de urbanismo sob a orientação de Robert Auzelle "Réconstruction à Long Terme : étude d’un vieux quartier de Porto".