António Sérgio Maciel Menéres nasceu em Matosinhos, no dia 26 de abril de 1930. Arquiteto formado pela ESBAP, apresentou em 1961 o CODA “Da renovação urbana (…) [adaptação do Forte de Leça (…)]. Participou no “Inquérito à Arquitectura Popular Portuguesa”, promovido pelo Sindicato Nacional dos Arquitectos (1955-1961), integrando a Zona 1, com Fernando Távora e Rui Pimentel. Apaixonado por fotografia (fotografa desde muito cedo), exerce a prática da Arquitetura no escritório “Antonio Menéres-Planeamento e Arquitectura Lda.”, sedeado no Porto. Foi professor na FAUP. É autor de várias obras e exposições, sendo de salientar, nestas últimas, “António Menéres. Dos Anos do Inquérito à Arquitetura Regional Portuguesa”, que percorreu os Arquivos nacionais entre 2004 e 2008, e “Ponte da Barca, memórias da Arquitetura Popular. Fotografias de António Menéres” que esteve patente nos paços do concelho, em 2013.
Nasceu em 3 de Abril de 1930, em Vila Nova de Gaia, filha de José Pinto Menéres (1898-1975), Advogado, deputado à Assembleia Nacional e vereador da Câmara Municipal do Porto, e de sua mulher D. Luísa Pacheco Teixeira Rebelo de Carvalho (1905-1983), senhora da casa e quinta de Ledesma e da quinta de Além de Baixo, em Santo Estevão de Barrosas.
É licenciada em Artes Plásticas, pela Escola de Belas Artes do Porto.
A designação para o conjunto de informação produzida e recebida pelos diversos indivíduos que constituem a família foi retirada do nome de família Meneses Tavares e Távora em que se filia Fernando Távora. O nome de família provem da junção dos últimos nomes dos constituintes da 1ª geração representada no arquivo, Maria José Lobo de Sousa Machado Cardoso de Meneses e José Ferrão de Tavares e Távora casados em 1912, desta relação nasce Fernando Luís Cardoso de Meneses de Tavares e Távora que forma em conjunto com Maria Luísa Meneres a 2ª geração retratada no arquivo.
Maria José do Amaral Ferrão Lobo de Sousa Machado Cardoso de Meneses era senhora das casas da Covilhã e do Costeado (ambas em Guimarães) e da casa da Póvoa de Recardães, em Águeda. Era filha de Rodrigo Lobo de Sousa Machado Cardoso de Meneses (filho do visconde de Paço de Nespereira) e de sua mulher Maria Teresa do Amaral Ferrão de Noronha Castelo-Branco.
Casou em 1912, em Sepins, Cantanhede, com D. José Ferrão de Tavares e Távora, bacharel em Direito, fidalgo da Casa Real, senhor das casa das Tenentas, em Anadia.
Pat Metheny, nome artístico de Patrick Bruce Metheny, nasceu a 12 de agosto de 1954, em Missouri, Estados Unidos da América. Com 8 anos iniciou a sua formação em trompete que, com 12 anos, trocou pela guitarra. Logo três anos depois, com 15 anos, já trabalha com músicos de jazz em diversas bandas. Em 1974, com 20 anos, lança o seu primeiro disco, intitulado de “Bright Size Life”, tendo apreciações muito positivas por parte dos críticos, uma vez que traria uma nova sonoridade da guitarra. Anos passaram e Pat Metheny continuou a aperfeiçoar as suas atuações e a acústica e musicalidade que produzira com a sua guitarra.
Pat Metheny atuou ao lado de músicos de várias nacionalidades, como David Bowie, Steve Reich, Jim Hall, Ornette Coleman e Jaco Pastourius, por exemplo. As suas composições são diversas e cheias de complexidade sonora e vão desde produções de guitarra a solo, de instrumentos acústicos e elétricos e peças para grandes orquestras e atuações clássicas. Hoje em dia é visto como um músico cujas interpretações vão do jazz clássico ao contemporâneo.
No que toca à sua discografia, Pat Metheny tem êxitos como, “Bright Size Life”, de 1976, “Travels”, de 1983, “We Live Here”, de 1995, “Like Minds”, de 1998, “Day Trip”, de 2008, “Unity Band”, de 2012, “Cuong Vu Trio Meets Pat Metheny”, de 2016, entre outros.
Já no que diz respeito a prémios e distinções, Pat Metheny ganhou vários concursos como “Melhor Guitarrista de Jazz”, vários discos de ouro e vinte prémios Grammy Awards nas mais diversas categorias.