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Registo de autoridade
Almeida, Victorino Goulartt de Medeiros e, 1940-, maestro
PT/MIL/VGMA · Pessoa · 1940-

António Victorino Goulartt de Medeiros e Almeida, nasceu a 21 de maio de 1940 em Lisboa. Filho do conhecido advogado lisboeta António Victorino de Lacerda Fernandes e Almeida e da sua esposa Maria Amélia de Loureiro Macedo Goulart de Medeiros, Vitorino de Almeida compôs a sua primeira obra aos 5 anos e com 7 interpretou obras de Mozart e Beethoven. Visto como menino prodígio, Vitorino de Almeida, em 1955 dá o seu primeiro concerto no Conservatório Nacional.
Vitorino de Almeida frequentou o Curso Superior de Piano no Conservatório Nacional de Lisboa e graças ao seu desempenho ganhou uma bolsa de estudo do Instituto de Alta Cultura para estudar composição em Viena de Áustria, na Academia de Música. Foi adido cultural da Embaixada Portuguesa em Viena, o que lhe valeu uma condecoração atribuída pelo Presidente da República da Áustria. Em 1989 entra na política nacional e apresenta a sua candidatura ao Parlamento Europeu como cabeça de lista pelo MPD/CDE, vaga que não chegou a preencher.
Chegou a lecionar cursos de musicologia na Universidade do Porto e em Tavira e a participar em programas de televisão como “Tema e Variações”, “A Música e o Silêncio”, “A Nota Sensível”, “As Fontes do Som e Duetos Imprevistos” e “Pianíssimo”. Compôs e interpretou várias bandas para espetáculos, como “D.Maria” ou mesmo “A Louca” e foi autor de oito livros, entre eles “Coca-cola Killer” e “Memória da Terra esquecida”. A sua lista de obras é imensa o que lhe valeu, em 2005, a Grã-Cruz da Ordem do Infante D. Henrique.
Casou duas vezes, numa primeira com a jornalista Maria Armanda de Saint-Maurice Ferreira Esteves de quem teve duas filhas, as atrizes Maria de Medeiros e Inês de Medeiros. Numa segunda com Sylvine Harlé com quem tem uma filha, a violinista e compositora Anne Victorino de Almeida.

Alfredo Matos Ferreira, Sala 35
Entidade coletiva · 1952-1968

Em 1952, no centro do Porto, na praça da Liberdade, seis caloiros, Alberto Neves, Alfredo Matos Ferreira, Álvaro Siza, António Menéres, Joaquim Sampaio e Vasco Macieira Mendes, mais tarde Luís Botelho Dias, constituíram escritório na sala 35, do atual edifício Imperial; em 1968 mudam-se para a rua Duque da Terceira; partilhando o espaço, mantendo, no entanto, cada um a sua autonomia profissional.

Alfredo Matos Ferreira, Professor na ESBAP/FAUP
Entidade coletiva · 1976-1998

Em 1976 até 1998, por convite, Alfredo Matos Ferreira iniciou a docência da disciplina de Projeto, no Curso de Arquitetura da Escola Superior de Belas Artes do Porto atividade que, acompanhando a integração do curso na Universidade do Porto, se consolidou na Faculdade de Arquitectura, até 1998.

Alfredo Matos Ferreira, Navegador
Pessoa · [195-]-[20--]

Alfredo Matos Ferreira tinha fascínio pelo mar, praticou vela e estudou a construção de barcos.

Alfredo Matos Ferreira, Estudante na ESBAP
Pessoa · 1948-1959

Em 1948 Alfredo Durão de Matos Ferreira matriculou-se na Escola de Belas Artes do Porto; em 1952 termina o Curso Especial de Arquitetura, concluindo o Curso Superior de Arquitetura em 1959.

Alfredo Matos Ferreira, Cineasta
[196-]-[197-]

De interesses multifacetados Alfredo Matos Ferreira experimenta o cinema, produzindo, entre outros, alguns documentários de valor antropológico.

Alfredo Matos Ferreira, Arquiteto liberal
Entidade coletiva · 1969-[1983]

A partir de 1969, sensivelmente, Alfredo Matos Ferreira exerceu atividade de arquiteto em regime de profissional liberal, individual ou em associação.

Alfredo Matos Ferreira, Arquiteto escritório FT
Entidade coletiva · 1974-1981

De 1974 a 1981 o arquiteto Alfredo Matos Ferreira exerceu trabalho profissional no escritório do arquiteto Fernando Távora.

Alfredo Matos Ferreira, Arquiteto
Entidade coletiva · 1983-2013

Em 1983 Alfredo Matos Ferreira constituiu escritório próprio formalmente estabilizado até 2008, embora mantendo-se ativo até 2013.

Alfredo Duarte Leal Machado, Estudante na EBAP
Pessoa · 1921-1932

Alfredo Duarte Leal Machado, em 1921, ingressou no curso preparatório da Escola de Belas Artes do Porto (EBAP). Seguiu para o Curso de Arquitetura, tendo sido discípulo de José Marques da Silva. Veio a terminar o Curso em 1932.

Alfredo Duarte Leal Machado, Arquitecto
Entidade coletiva · [193-]-[195-]

A atividade profissional de arquiteto de Alfredo Duarte Leal Machado, ainda parcamente estudada, encontra-se ligada ao Porto e ao Norte de Portugal, mas sobretudo a Coimbra, onde terá sido vereador da Câmara Municipal de Coimbra, entre 1942 e 1945. Para este concelho desenvolveu um projeto para a Escola de Regentes Agrícolas e um conjunto de parques infantis: Casa da Criança Rainha D. Leonor (Castanheira de Pêra, 1939), o segundo projetista para a Casa da Criança D. Filipa de Vilhena (St. António dos Olivais, 1940), a Casa da Criança D. Joaquina Barreto Rosa (Arganil, 1944). Ainda durante o ano de 1940, apresenta, juntamente com Artur Pimentel, um projeto para construção do edifício da Central Térmica do Hospital Universitário de Coimbra.
Em 1939 inicia o projeto para os Paços do Concelho de Espinho, sendo igualmente o arquiteto designado pelo Ministério das Obras Públicas para acompanhar a construção do edifício.
Enquanto arquiteto da Delegação Norte da Direcção Geral de Edifícios e Monumentos Nacionais (DENN), será, em 1951, e em colaboração com Manuel Lima Fernandes de Sá, o autor do Projecto do Pavilhão de Arquitectura da EBAP, que será inaugurado em 1954.