SSC 2.2 - Fernando Távora

Declaração de Utilidade Pública - Reestruturação da Zona-Planta Alçados Planimétricos [Perspetiva] [Planta] [Perspetiva] [Planta e alçados de anexos e muros exteriores] [Portas] [Plantas e alçados] [Planta da cozinha e serviço] [Planta e Cortes] [Corte e Plantas] [Alçado e Pormenor] Ante-projecto: Plantas Ante-projecto: Corte do edifício Esquema de urbanização de uma parcela de terreno pertencente ao Ex.mo A.M. da Silva Vasconcelos Projecto: Alçados Projecto: Planta do 2º pavimento Plantas Pormenores Projecto: Plantas, alçado e corte
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Zona de identificação

Código de referência

PT FIMS TAV-2-2.2

Título

Fernando Távora

Data(s)

  • 1923-2005 (Produção)

Nível de descrição

SSC

Dimensão e suporte

Zona do contexto

Nome do produtor

(1923-2005)

História biográfica

Fernando Luís Cardoso de Menezes de Tavares e Távora nasceu no dia 25 de agosto de 1923, na freguesia de Santo Ildefonso, no Porto. Descendente da nobre linhagem dos Távoras é filho de Dom José Pinto de Tavares Ferrão (1882-1967), Senhor da Casa da Amoreira das Tenentas, Anadia, representante do Vínculo de Fontechão, Bacharel em Direito pela Universidade de Coimbra e ferrenho integrista lusitano, e de sua mulher, e prima em 2º grau, D. Maria José Lobo de Sousa Machado e Couros, Senhora das Casas de São Domingos de Recardães, da Covilhã, do Miradouro e do Costeado e proprietária em Guimarães, Braga e Felgueiras (1892-1951).
Em 1940 conclui o curso liceal do Segundo Ciclo no Liceu Alexandre Herculano, com a classificação de dezasseis valores.
Em 1941 iniciou os seus estudos de Arquitetura na Escola Superior de Belas Artes do Porto, que concluiu em 1952.
Em 1947, publicara a versão final do ensaio "O problema da casa portuguesa; falsa arquitetura; para uma arquitetura de hoje", onde sintetizara a noção de uma arquitetura simultaneamente moderna e enraizada na cultura em que se insere, aspiração que, na época, mobilizava alguns dos arquitetos mais ativos culturalmente em Portugal. Neste ensaio apresentava, também, a necessidade de se estudar cientificamente a arquitetura popular portuguesa.
Em 1955, integra a equipa do "Inquérito à arquitetura popular portuguesa".
Desde estudante e durante toda a sua vida, viajou incessantemente para estudar in loco a arquitetura de todas as épocas em todos os continentes, utilizando-a desde 1958 até 2000, como conteúdo e método da sua atividade pedagógica. As suas aulas e a publicação da sua prova para professor agregado: "Da organização do espaço", 1962, consolidaram, em sucessivas gerações na Escola Superior de Belas Artes do Porto, na Faculdade de Arquitetura da Universidade do Porto e no Departamento de Arquitetura da Faculdade de Ciências e Tecnologia da Universidade de Coimbra, a ideia de que o conhecimento da história e da cultura são indispensáveis para a produção da arquitetura contemporânea.

As suas obras construídas, como, entre outras, o Mercado Municipal de Santa Maria da Feira (1953-59), o Parque Municipal Quintas da Conceição e de Santiago, Matosinhos (1956-93), a Casa de Férias no Pinhal de Ofir, Fão (1957-58), ou a Casa dos 24, Porto (1995-2003), exprimem um grande sentido de responsabilidade social, na maneira como criatividade e poética estão presentes a par do rigor na abordagem ao sítio, à função e aos aspetos técnicos. Nesta medida, a sua obra constitui um exemplo importantíssimo para a credibilização da atividade do arquiteto em Portugal. Também no campo da conservação do património deixou intervenções exemplares, entre outras, como a Recuperação do Convento de Santa Marinha, Guimarães (72-85), a Sistematização do Centro Histórico de Guimarães (85-92).

A sua importância para a arquitetura em Portugal foi reconhecida com a atribuição do doutoramento Honoris Causa pela Universidade de Coimbra, em 1993, e pela atribuição de diversos prémios.

Fernando Távora morre, em Matosinhos, a 3 de Setembro de 2005 (82 anos)

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